Em sua novela "Timeline", Michael Crichton tem
um de seu dizer dos caráteres:
"hoje, todos espera entertained, e esperam entertained
toda a hora. As reuniões de negócio devem ser snappy, com
listas da bala e os gráficos animated, assim que os executivos não
são furados. Os malls e as lojas devem acoplar, assim que
divertem assim como vender-nos. Os políticos devem ter
personalidades video agradáveis e dizer-nos somente o que nós
queremos se ouvir. As escolas devem ter cuidados para não
furar novas as mentes que esperam a velocidade e complexidade da
televisão.
Mais logo ou mais tarde, o artifice do entertainment -
constante, entertainment ceaseless - dirigirá povos ao authenticity
da busca. O authenticity será o buzzword do twenty-first
século. E que é authentic? Qualquer coisa que não é
controlado por corporation. Qualquer coisa que não é
planejado e não é estruturado para fazer um lucro. Qualquer
coisa que existe para sua própria causa, aquele supõe sua própria
forma. E que é o mais authentic de tudo? O passado.
O passado é um mundo que exista já antes de Disney e
Murdoch e British Telecom e Nissan e Sony e IBM e todos os shapers
restantes do presente. O passado estêve aqui antes que
estiveram. Após a rosa e caiu sem seu intrusion e o molde.
O passado é real. É authentic. E isto fará o
passado inacreditàvel atrativo. Porque o passado é a única
alternativa ao presente incorporado.
Que os povos farão? Estão fazendo-o já.
O segmento rápido-crescente do curso é hoje tourism cultural.
Povos que querem visitar não outros lugares, mas outras vezes.
Povos que querem immerse cidades walled medievais, em em
temples buddhist vastos, cidades mayan da pirâmide, necrópolis
egyptian. Povos que querem andar e estar no mundo do passado.
O mundo desaparecido.
E não o querem ser falsificação. Não a querem
ser feitos bonita, ou ser limpados acima. Querem-na ser
authentic."
Concordado.